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terça-feira, 19 de outubro de 2010

O amor na visão das crianças....

Hoje faz 10 meses que estou com uma pessoa maravilhosa, companheira, cúmplice, amante, amiga, entre outras coisas mais, e como a mesma falou que estava com saudades dos meus textos aqui, nada melhor do que voltar escrevendo sobre algo que estamos vivendo durante todos esses 10 meses, que é o Amor, e como todos sabem que eu sou uma eterna criança, nada melhor do que explicar o que é o amor pelas próprias crianças, não acham? então é o seguinte:

"Amor" foi o tema de pesquisa feita por profissionais de educação e psicologia a um grupo de crianças entre 4 e 8 anos, nos EUA, e  transcrito no jornal "O que é o amor?"
Essas foram as respostas escritas por elas:


*  Se você quer aprender a amar melhor, você deve começar com um amigo  que você não gosta - Nikka, 6 anos
 *  Quando minha avó pegou artrite, ela não podia se debruçar para pintar as unhas dos dedos do pé. Meu avô desde então, pinta as unhas para ela,  mesmo quando ele tem artrite - Rebecca, 8 anos
 *  Amor é quando uma menina coloca perfume e o menino coloca loção pós-barba, aí eles saem juntos e se cheiram -  Karl,   5 anos
 *  Quando alguém te ama, a forma de falar seu nome é diferente - Billy, 4 anos
 *  Amor é quando você sai para comer e oferece suas  batatinhas fritas, sem esperar que a outra pessoa te ofereça as  batatinhas dela -  Chrissy, 6 anos

*  Amor é quando alguém te magoa, e você mesmo muito magoado não grita  porque sabe que isso fere seus sentimentos -  Samantha, 6 anos

*  Amor é quando minha mãe faz café para o meu pai e toma um gole antes para ter certeza que está do gosto dele - Danny, 6 anos

*  Quando você fala para alguém algo ruim sobre você mesmo e sente medo que essa pessoa não venha a te amar por causa disso.  Aí você se surpreende, já que não só continuam te amando, como agora te amam mais ainda- Mathew, 7 anos

*  Há dois tipos de amor, o nosso amor e o amor de  Deus, mas o amor de Deus  junta os dois - Jenny, 4 anos

*  Amor é quando mamãe vê o papai suado e mau cheiroso  e ainda fala que ele é mais bonito que o Robert Redford - Chris, 8 anos
*  Durante minha apresentação de piano, eu vi meu pai  na platéia me  acenando e sorrindo, era a única pessoa fazendo isso e eu já não sentia medo- Cindy, 8 anos

*  Amor é quando você fala para um garoto que linda  camisa ele está  vestindo e aí ele a veste todo dia - Noelle, 7  anos
*  Quando você ama alguém seus olhos sobem e descem e  pequenas estrelas saem de você - Karen, 7 anos.
*  Amor é quando seu cachorro lambe sua cara, mesmo depois que você  deixa ele sozinho o dia inteiro - Mary Ann, 4 anos
*  Eu sei que minha irmã mais velha me ama, porque ela me dá todas as  suas roupas velhas e tem que sair para comprar outras - Lauren, 4 anos

*  Amor é como uma velhinha e um velhinho que ainda são muitos amigos  mesmo se conhecendo há muito tempo - Tommy, 6 anos
E você, como definiria o amor? Pois no fundo todos nós somos crianças....


"Em verdade vos digo que qualquer que não receber o reino de Deus como menino, de maneira nenhuma entrará nele." (Marcos 10:15)

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Você ama?

Quem é bom, dá coisas boas para quem vive.
Quem ama, vive para dar o seu melhor na vida dos irmãos.
Quem é bom, suporta a ofensa.
Quem ama, a perdoa.
Quem é bom, compadece do próximo.
Quem ama, ajuda.
Quem é bom, sorri.
Quem ama, faz sorrir.
Quem é bom, começa e acaba uma tarefa.
Quem ama, começa uma missão que só acabará em Deus.
Quem é bom, ajuda quando está perto.
Quem ama, está sempre perto para ajudar.
Quem é bom, não faz mal a ninguém.
Quem ama, faz o bem a quem lhe faz mal.
Quem é bom, não condena o pecador.
Quem ama, acolhe o pecador.
Quem é bom, desce até os outros.
Quem ama, faz os outros subirem até si.
Quem é bom, sobe conosco aos calvários.
Quem ama, assume por nós a cruz.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Cicatriz

Marcelinho tinha uma cicatriz no rosto, as pessoas de seu colégio não falavam com ele e nem sentavam ao seu lado,
na realidade quando os colegas de seu colégio o viam franziam a testa devido à cicatriz ser muito feia.
Então a turma se reuniu com o professor e foi sugerido que aquele menino da cicatriz não frequentasse mais o colégio,
o professor levou o caso à diretoria do colégio.
A diretoria ouviu e chegou à seguinte conclusão:
Que não poderia tirar o menino do colégio, e que conversaria com o menino e ele seria o ultimo a entrar em sala de aula,
e o primeiro a sair, desta forma nenhum aluno via o rosto do Marcelinho, a não ser que olhassem para trás.
O professor achou magnífica a idéia da diretoria, sabia que os alunos não olhariam mais para trás.
Levado ao conhecimento do Marcelinho da decisão ele prontamente aceitou a imposição do colégio, com uma condição:
Que ele compareceria na frente dos alunos em sala de aula, para dizer o porquê daquela CICATRIZ.
A turma concordou, e no dia Marcelinho entrou em sala dirigiu-se a frente da sala de aula e começou a relatar:
- Sabe turma eu entendo vocês, na realidade esta cicatriz é muito feia, mas foi assim que eu a adquiri:
- Minha mãe era muito pobre e para ajudar na alimentação de casa minha mãe passava roupa para fora, eu tinha por volta
de 7 a 8 anos de idade...
A turma estava em silencio atenta a tudo.
O menino continuou: além de mim, haviam mais 3 irmãozinhos, um de 4 anos, outro de 2 anos e uma irmãzinha
com apenas alguns dias de vida.
Silêncio total em sala.
-... Foi aí que não sei como, a nossa casa que era muito simples, feita de madeira começou a pegar fogo, minha mãe
correu até o quarto em que estávamos pegou meu irmãozinho de 2 anos no colo, eu e meu outro irmão pelas mãos
e nos levou para fora, havia muita fumaça, as paredes que eram de madeira, pegavam fogo e estava muito quente...
Minha mãe colocou-me sentado no chão do lado de fora e disse-me para ficar com eles até ela voltar, pois minha mãe
tinha que voltar para pegar minha irmãzinha que continuava lá dentro da casa em chama.
Só que quando minha mãe tentou entrar na casa em chamas as pessoas que estavam ali, não deixaram minha mãe buscar
minha irmãzinha.
Foi aí que decidi.
Peguei meu irmão de 2 anos que estava em meu colo e o coloquei no colo do meu irmãozinho de 4 anos e disse-lhe
que não saísse dali até eu voltar.
Saí de entre as pessoas, sem ser notado e quando perceberam eu já tinha entrado na casa.
Havia muita fumaça, estava muito quente, mas eu tinha que pegar minha irmãzinha.
Eu sabia o quarto em que ela estava.
Quando cheguei lá ela estava enrolada em um lençol e chorava muito...
Neste momento vi caindo alguma coisa, então me joguei em cima dela para protegê-la, e aquela coisa quente
encostou-se em meu rosto...
A turma estava quieta atenta ao Marcelinho e envergonhada então o menino continuou:
Vocês podem achar esta CICATRIZ feia, mas tem alguém lá em casa que acha linda e todo dia quando chego em casa,
ela, a minha irmãzinha me beija porque sabe que é marca de AMOR.
Vários alunos choravam, sem saberem o que dizerem ou fazerem, mas Marcelinho foi para o fundo da classe
e imovelmente sentou-se.
Para você que leu esta história, queria dizer que o mundo está cheio de CICATRIZ.
Não falo da CICATRIZ visível, mas das cicatrizes que não se vêem, estamos sempre prontos a abrir cicatrizes nas pessoas,
seja com palavras ou nossas ações.
Há aproximadamente 2000 anos JESUS CRISTO, adquiriu algumas CICATRIZES em suas mãos, seus pés e sua cabeça.
Essas cicatrizes eram nossas, mas Ele, pulou em cima da gente, protegeu-nos e ficou com todas as nossas CICATRIZES..
Essas também são marcas de AMOR.
Jesus te ama, não por quem você é, mas sim pelo que você é, e para Jesus você é a pessoa mais importante deste mundo.
Nunca se esqueça disso!

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Cor dos olhos

O ancião descansava sentado em velho banco à sombra de uma árvore, quando foi abordado pelo motorista
de um automóvel que estacionou a seu lado:
- Bom dia!
- Bom dia! Respondeu o ancião.
- O senhor mora aqui?
- Sim, há muitos anos...
- Venho de mudança com a minha família e gostaria de saber como é o povo daqui.
Como o senhor vive aqui há tanto tempo deve conhecê-lo muito bem.
- É verdade, falou o ancião.
Mas por favor, me fale antes da cidade de onde vem.
- Ah! É ótima. Maravilhosa!
Gente boa, fraterna... Eu e minha família fizemos lá muitos amigos.
Só a deixei por imperativos da profissão.
- Pois bem, meu filho. Esta cidade é exatamente igual.
Vai gostar daqui.
O forasteiro agradeceu e partiu.
Minutos depois apareceu outro motorista e também se dirigiu ao ancião:
- Estou chegando para morar com minha família aqui.
O que me diz do lugar?
O ancião lançou-lhe a mesma pergunta:
- Como é a cidade de onde vem?
- Horrível! Povo orgulhoso, cheio de preconceitos, arrogante!
Não fiz um único amigo naquele lugar horroroso!
- Sinto muito, meu filho, pois aqui você encontrará o mesmo ambiente...
Gente, todos vemos no mundo e nas pessoas e na família algo do que somos, do que pensamos, de nossa maneira
de ser.
Se somos nervosos, agressivos ou pessimistas, veremos tudo pela ótica de nossas tendências, imaginando conviver
com gente assim.
Em outras palavras, o mundo, a cidade, a família tem a cor que lhe damos através das nossas lentes.
Se nossas lentes estão escurecidas pelo pessimismo, tudo à nossa volta nos parecerá escuro.
Tudo, para nós, parecerá constantemente envolto em trevas.
Se nossas lentes estão turvadas pelo desânimo, o universo que nos rodeia se apresenta desesperador.
Mas, se ao contrário, nossas lentes estão clarificadas pelo otimismo, sentiremos que em todas as situações
há aspectos positivos.
Se o entusiasmo é o detergente das nossas lentes, perceberemos a vida em variados matizes de luzes e cores.
A cor do mundo, da cidade e da família, portanto, depende da nossa ótica.
O exterior estará sempre refletindo o que levamos no interior.